29 de abril de 2009

Atemporal




Existem pessoas que são atemporais, não importa o que aconteça, quanto tempo passe, mas o vínculo e as afinidades que as unem são reavivadas, depois de um período tempestuoso.

É tempo de bonança...

Nada mais a declarar

28 de abril de 2009

Livre-arbítrio

A expressão livre-arbítrio é definida como a capacidade individual de autodeterminação, isto é, de decidir por si próprio. Cujo significado mais próximo é a responsabilidade e a obrigação de responder pelos próprios atos.

Ou seja, nos propõem uma tarefa que é pressuposto que seja executada, a partir daí o modo como eu a executarei será de minha inteira responsabilidade. Se eu a fizer com empenho e dedicação é provável que seu resultado seja o esperado e o melhor, já se eu decidir fazer de qualquer jeito, só para acabar logo, sem cuidado e sem dedicação, também resultará em algo... mal feito.
Eu escolhi o modo como quis realizar, portanto que assuma a bronca e as consequências da minha escolha!

Simples?
Pode ser...

Hoje em dia muitas pessoas optam por fazer suas tarefas de qualquer jeito, para acabar logo, para se livrarem o quanto antes, sem pensar que se mal feito, talvez seja um re-trabalho, um tempo desperdiçado, uma energia gasta desnecessariamente e que por isso trará consequências - nesse caso terá que ser refeito...

Assim agem emocionalmente em suas relações pessoais.
Cada vez mais as pessoas estão superficiais, fúteis, materialistas, compulsivas, egoístas e cheias de melindres!
Uma pena!

Perdem grandes oportunidades de se relacionar com os pais, irmãos, filhos e pessoas próximas.
Querem tudo prático, pronto e rápido sem preocupações!
Não ouvem o que dizem, não escutam o que outros falam, querem acabar logo com a conversa!
Não conseguem demonstrar afeto para com os seus, tornam-se frios e sem carinho...
Uma pena!

Cada dia que passa deixam que o meio os influenciem, gostam da roupa, da côr, do aroma da moda. Querem ser modernos mostrando o celular de última geração, quando são incapazes do mais antigo dos gestos: o abraço.

É aí que o livre-arbítrio entra:
Ser responsável pelos pensamentos, atos e escolhas, mas que sejam usados com sabedoria e discernimento, para que essas escolhas representem a evolução e não a ruína como ser humano.

Sempre digo que meu destino faço eu, ainda que eu veja um caminho traçado a minha frente, cabe a mim escolhe-lo, ou pegar outro novo e desconhecido, desde que ele seja a representação de autoconhecimento e evolução.

Não pego atalhos e não tenho medo de caminhar demais, muito pelo contrário, a caminhada é sempre agradável porque é um tempo de admirar o que a natureza nos presenteia...

Afetuoso abraço!

25 de abril de 2009

Sábado

Bom final de semana...

Beijoooooo

P.S.: Problemas com a conexão me impossibilitam de postar ou permanecer mais tempo que uma simples frase...


24 de abril de 2009

Palavrão

pa.la.vrão sm
( palavra+ão2) 1 Palavra grande, de pronúncia difícil. 2 Palavrada, obscenidade. 3 Termo empolado.

Sabe, as vezes gostaria que a minha natureza me permitisse falar muitos palavrões...
Dizem (nem sei se acredito) que desestressa, que faz passar a raiva, que alivia.
Será?

Essa semana eu daria uma salva deles:

1) Para minha conexão (grrrrrr);
2) Para minha impressora (grrrrrr²);
3) Para meus pensamentos direcionados a um ser super...;
4) Para meus pensamentos direcionados a um ser sub...;
5) Para uma seguradora de um banco;
6) Para quem apedreja urubu;
7) Para o J.C. que é um ser sem definição;
8) Para a "bem" que está na mesma classe acima.

Melhor parar por aqui!
Porque a semana foi cheia e complicada em termos de relações humanas.

Mas, voltando a mim e os palavrões:
Eu confesso que muito raramente eu solto algum e nem precisa ser na topada do dedão (daí eu fico... ai...ai...ai....).
Mas é estranho, tanto que tiver alguém próximo me olha com espanto, porque não é habitual.
Não é nada de ser pudica, recatada, mas não faz parte do meu vocabulário, entende?
Portanto se eu estiver muito brava, eles até aparecem... aliás acho que nem é em momento de braveza, talvez seja quando a minha paciência saturou.

Mas P.Q.P!
Algo assim, que demonstra que eu perdi totalmente a paciência.

Ou seja essa semana, ontem e hoje mesmo era o dia...
Mas eu respirei profundamente umas três vezes... fui lá no fundo do meu ser e achei o equilíbio!

Ainda bem que a semana está terminando...

Ótimo final de semana!

Beijos

20 de abril de 2009

Divã


"(...) Lilia Cabral dá um show no filme, mesclando drama e humor com muita propriedade. Aliás, uma das maiores qualidades do filme é saber passear por diversos gêneros sem parecer forçado. Há momentos da comédia pastelão, há a comédia sutil, há o drama descarado, e também o drama intimista. É um filme pra rir e chorar.
Divã é pra entreter, mas também faz refletir. Longe das favelas e do nordeste cansativamente explorados na telona, o filme mescla passado e futuro de Mercedes no meio de suas sessões de psicanálise, tema que nunca vi em nenhum filme nacional.
Um conselho? Assista! Valorize a diversidade de histórias no nosso cinema. Valorize uma boa trama. Deixe Mercedes te conquistar, e você não vai se arrepender. por Hugo Bessa - jornalista (apanhadogeral.wordpress.com)

Eu assisti Divã hoje.
Não assisto novelas há anos e não sou fã de filme nacional, apesar de assistir alguns de vez em quando.
(O filme Se eu fosse voce é bonzinho - não assisti ao 2).

Gosto muito de Martha Medeiros (autora do livro que virou peça teatral e agora filme, ambos estrelados por Lilia Cabral), dos seus textos - tenho muitos deles guardados.

Hã?
Divã?

Ah! Sim...

Eu A-D-O-R-E-I o filme!
Não ria em um filme por tanto tempo como eu fiz nesse!
Aliás fui às lagrimas de tanto rir, estou com dor no abdomen de tanta risada.
Achei que sairia de lá com os olhos borrados (do lápis de maquiagem).
Nem a parte mais comovente do filme me emocionou, tamanha alegria me contagiou anteriormente!

O filme é muito bom mesmo!
Faz tempo que eu não assistia um que merecesse meu comentário.

Aliás minha classificação de filme é:
- Valeu a meia entrada;
- Não valeu a meia entrada.

Mas Divã vale a inteira (se bem que paguei meia entrada).

Cinema na segunda?
Melhor que final de semana, apesar de ser véspera de feriado e estar lotado...

Bom feriado a todos!

Beijos afetuosos (aproveita que eu estou me sentido ÓTIMA)!

19 de abril de 2009

A Arte de Correr na Chuva


A Arte de Correr na Chuva - Garth Stein - Ediouro - 2008 - 304 págs.

Meu Nome é Enzo. E Esta é a Minha História


Enzo sabe que é diferente dos outros cachorros - um filósofo com alma humana. Ele foi educado assistindo aos programas do canal National Geographic e ouvindo todos os conselhos de seu mestre e dono, Denny Swift, um piloto de corridas. Por causa de Denny, Enzo adquiriu uma grande percepção da condição humana e aprendeu a administrar a vida como em uma corrida de Fórmula 1, onde nem sempre a velocidade é a melhor estratégia. Às vésperas de sua morte, Enzo faz uma retrospectiva de sua vida, relembrando tudo o que ele e a família passaram - os sacrifícios que Denny fez para ser bem-sucedido profissionalmente; a perda inesperada de Eve, a esposa de Denny; a batalha do dono para conseguir a guarda da filha, a quem os avós maternos fizeram de tudo para conseguir a custódia... 'A Arte de Correr na Chuva' é um livro modelado nos desejos e absurdos da vida humana.

O que mais acrescentar?
Enzo era um filhote de labradora com um possível pai terrier, nascido em uma fazenda e levado para Seattle.
A história é narrada pelo Enzo, que passou parte da sua vida sozinho (enquanto os donos trabalhavam) assistindo a muitos programas de tv.
Desde o canal do tempo, History Channel, canais de esportes, corridas, Vila Sésamo, desenhos, até programas de celebridades de Hollywood.
Ele acreditava, por um programa assistido sobre a Mongólia, que culturalmente enterram seus cachorros no alto da colina, que a próxima vida de um cachorro seria como humano.
Enzo tentava absorver o máximo de informações possíveis para que fosse um humano com muito conhecimento.
Ele está presente em todos os bons momentos de seu dono Denny.
Ele é muito educado, obediente e faz tudo para agradar seus donos.

Minha opinião?
MA-RA-VI-LHO-SO!

Há momentos engraçados, onde eu me peguei rindo sozinha, mas chorei em outros momentos da história.

A Arte de Correr na Chuva faz uma bela homenagem ao nosso querido Ayrton Senna que era habilidoso e um campeão nas pistas molhadas.

Recomendo!

Lindo domingo a todos!

18 de abril de 2009

Coisas do amor


Estou aqui pensando em uma resposta criativa para uma pergunta.
Cujo tema é como curar uma dor de amor...

É mais ou menos assim: quando você está vivendo esse momento (o da dor) não pensa muito, quer que o tempo passe, que a dor passe, quer uma varinha mágica que conserte tudo e quer a sua vida normal de volta.
Todo mundo já passou por isso, em maior ou menor intensidade, mas como colocar isso em palavras que encaixem-se em uma única frase?

Eu até aproveitei e perguntei para algumas pessoas, que acabaram achando que EU estou vivendo esse momento, o que não é verdade.
(Meu momento agora é outro, sem dor ou amor).

Mas eu acredito que existem algumas opções:

1) Transformar essa dor em algo melhor;
2) Guardar esse amor em um cantinho bem embrulhadinho e esperar até que nem se lembre mais dele;
3) Preencher o tempo (dolorido) com aquilo que lhe dá prazer, mas que você tinha deixado de lado;
4) Fazer uma mudança (mulher adora isso!) no visual, repaginar-se;
5) Ler muitos dos livros que sempre quis, mas que não tinha tempo;
6) Aproveitar as amigas para aquele lanchinho no Shopping;
7) Esperar o novo amor, porque ele sempre cura o antigo.

Mas uma coisa é certa... o tempo passa, as coisas se ajeitam, a dor some e quando você percebe acabou.
Já parou de doer e você vai estar com a sua estima em alta, radiante e quando menos esperar alguém surge na sua vida de novo.

Não dá para resumir em uma frase...

Mas eu vou tentar!

Aceito sugestões!

Ótimo final de semana com afetuosos abraços!

17 de abril de 2009

Presente

Mude ou morra, prova que todos conseguem mudar os padrões profundamente enraizados que ditam o modo de pensar, sentir e agir. Baseado em idéias provenientes das ciências cognitivas, o objetivo do autor de substituir três conceitos errôneos sobre a mudança: confiança nos fatos, medo e força.

Alan Deutschman - Editora Best Seller - 2007 - 237 págs.


Minha mãe sempre diz: "Não se julga um livro pela capa."
(Não conheço ninguém que use tantos provérbios e frases sábias que nem ela!)

Mas foi assim que comprei o último presente, olhando a capa.
Foi ela que me chamou a atenção: era preta e amarela, o nome e o fundo se alternavam.

O título:
Esse nem quero comentar muito - tamanho peso nas palavras, quase um ultimato ou a tábua de salvação.
Um exagero de título!
Mas a mensagem é um pouco mais sútil, mais leve que seu peso.

O presente:
Foi enviado a alguém que trago no coração, mas que anda longe dos olhos.
Será seu aniversário na segunda-feira, espero que seja bem recebido e aceito.
Mas se não for, não saberei...rs

Tenho comigo a seguinte teoria:
Tudo o que você dá ou doa leva a energia amorosa da sua intenção.
O destino que lhe conferem passa a ser responsabilidade de quem recebe.
E deixa de ser a sua energia, o ciclo segue.
Se for para outras mãos através do lixo (caso seja esse o destino) pode parar em novas mãos ou se perder, mas não será mais seu, deixou de ser no momento que passou para o outro.
Desta forma não pode deixar chateado, ser motivo de cobrança ou reclamação de quaisquer direitos.

Mas o presente terá levado consigo a intenção com que foi dado.
Que chegue ao seu destino em tempo de ser um presente de aniversário (cujo cartão anexo deixa claro).
Que encontre o seu destino, seja lá qual for.
Que o impacto que sua capa causou aos meus olhos seja o mesmo que cause a outros.
Que a leitura seja proveitosa.

E o ciclo segue.

Parabéns e Felicidades a quem receberá esse presente!

Um abraço afetuoso a quem mais quiser!

Obs.: Adoro livros! Ler e presentear
Tem pessoas compulsivas por comida, chocolate, doces... eu sou por livros!